Procuramos pesquisar as obras de André Luiz, um espírito que foi médico em sua última encarnação, psicografando vários livros através da mediunidade de Chico Xavier.
Em um dos seus livros que tem por título Ação e Reação, o Mentor de André diz::
“A dor, que tanto receamos, é ingrediente dos mais importantes na vida em expansão. Lembremos que o ferro sob o malho, que a semente na cova, que o animal sacrificado, sofrem a Dor-evolução, que atua de fora para dentro, aprimorando o Ser. “
E, então chegamos ao cerne de nossa questão. O animal, ao sofrer, ao sentir dor, reforça mais e mais o seu instinto de preservação, aprendendo dessa forma a preservar a sua vida e, inscrever, nos recônditos de seu ser, que não se deve atentar contra a própria vida.
Além disso, ao sentir a dor, ele aprimora os próprios instintos que, pouco a pouco serão transformados em sentimentos. Ao saber que a dor “dói”, machuca, ele compreende, pouco a pouco que o sofrimento de um semelhante que está com dor.
Essa identificação é um passo em seu caminho para a Individualização, ou seja, a sua evolução a té ser transformado, pelo Pai, em Ser Humano.
A dor nos animais não é desleixo de Deus, nem um exercício de sadismo de sua parte tampouco. A Dor é uma ferramenta de evolução.
Nos niveis mais baixos da evolução, a dor-evolução é puramente física.
Mas, quando se evolui um pouco mais, a dor-evolução passa a ser mais uma “moral”, e menos física.
Mas, isso não justifica que façamos qualquer mal aos animais, por menor que seja. Os animais não têm livre-arbítrio, por não terem elementos de raciocínio, entretanto, nós temos livre abrítrio e, portanto, somos responsáveis pro qualquer mal que gerarmos, sofrendo, naturalmente, a correspondente reação às nossas ações.
Bem, espero que, de alguma forma, tenha ajudado a esclarecer à nossa amiga Lenara.
Abraços do Dionatan M. Sitninski
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